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A força de trabalho nas ferrovias em debate: CEO da Prumo participa de podcast sobre o futuro do setor

A força que move as ferrovias começa com gente. Foi com essa premissa que Fernando Vaz, CEO da Prumo Engenharia, participou do terceiro episódio da série Próximos 50: O Futuro da Ferrovia, um videocast produzido pela Plasser do Brasil.

Gravado durante a NT Expo 2025, o episódio reuniu líderes de três empresas fundamentais para o setor ferroviário: Prumo Engenharia, MRS Logística e Metrô BH; e o foco da conversa foi um tema essencial para o futuro da infraestrutura no Brasil: a valorização da força de trabalho nas ferrovias.

Gente que faz a ferrovia acontecer

Ao lado de Flaviane Carvalho, gerente de Manutenção de Via Permanente da MRS Logística, e de Roberto Fischer Machado, superintendente de Operação e Manutenção do Metrô BH, Fernando Vaz trouxe reflexões importantes sobre os desafios na contratação e capacitação de mão de obra técnica e especializada.

Durante o bate-papo, os convidados abordaram:

  • As dificuldades para encontrar e manter profissionais qualificados no setor;
  • A importância de valorizar as equipes que atuam na manutenção e construção ferroviária;
  • Casos de sucesso e estratégias para formar uma base sólida de talentos;
  • O papel das empresas na construção de ferrovias mais seguras, eficientes e inovadoras.

Uma conversa estratégica sobre o futuro da ferrovia

O episódio faz parte da série especial Próximos 50: O Futuro da Ferrovia, uma iniciativa inédita da Plasser do Brasil. Com seis episódios previstos, o programa aborda temas estratégicos definidos a partir do documento Heavy Haul Vision 2030, publicado pelo IHHA (International Heavy Haul Association).

A participação de Fernando reforça o posicionamento da Prumo como uma empresa que atua nos trilhos do desenvolvimento, contribuindo com soluções técnicas e com um olhar voltado para o que realmente sustenta a operação: as pessoas.

Assista ao episódio completo agora mesmo e acompanhe essa conversa sobre o futuro do setor, os desafios da força de trabalho nas ferrovias e o papel das empresas na construção de caminhos mais sustentáveis para os próximos 50 anos.

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